Seu filho pode atravessar os momentos de sofrimento de maneira segura e com apoio profissional.
Seu filho pode atravessar os momentos de sofrimento de maneira segura e com apoio profissional.
Bullying, agressividade, racismo.
Hiperatividade e desatenção, comportamento opositor.
Transtorno do espectro do autismo, atraso no desenvolvimento e linguagem.
Ansiedade, depressão, stress pós-traumático, baixa auto estima, excesso de insegurança.
Ciúme, alienação parental, relacionamento abusivo.
Automutilação, tentativa de suicídio, uso de substâncias psicoativas.
Seus atravessamentos subjetivos, sociais e culturais.
Crianças
Processos lúdicos, acolhedores, que respeitam o mundo interno e a linguagem do brincar.
• Formação em Psicanálise (CEP — Centro de Estudos Psicanalíticos)
Coordenação: Walkiria Del Picchia Zanone e Ernesto Duvidovich.
• Pós-graduação em Pediatria — Hospital Albert Einstein
• Graduação em Enfermagem — UNIFESP
• 13 anos de atuação na Saúde Mental em CAPS – Centro de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil.
Atuação em CAPS IJ, acompanhando quadros graves e complexos.
Uma trajetória dedicada a acolher, sustentar e cuidar do sofrimento humano — especialmente de crianças e adolescentes.
Formei-me em Enfermagem pela Universidade Federal de São Paulo. Iniciei minha caminhada profissional na Estratégia de Saúde da Família, onde, ao longo de quatro anos, descobri algo que me atravessaria para sempre: o amor pelo cuidado na infância.
Em seguida, cheguei ao CAPS Infantojuvenil — e ali permaneci por treze anos. Foi como um encontro inevitável, quase um casamento perfeito, entre o universo infantojuvenil e a saúde mental. Aos poucos, já não conseguia me imaginar em outro lugar. Cuidar do sofrimento psíquico deixou de ser apenas trabalho e passou a ser direção, trajetória.
Movida por esse chamado, fui estudar psicanálise, em busca de compreender o inconsciente que Freud nos apresentou como território essencial da experiência humana. Nesse percurso, aprendi mais do que ensinei. Cada paciente, à sua maneira, trouxe algo a revelar — dos pequeninos aos adolescentes já às portas da vida adulta.
E hoje, entre tantos aprendizados, acredito no cuidado que sustenta, no tempo que respeita e na transformação que nasce da persistência.
Atende crianças a partir de 3 anos de idade.
Quando necessário, realizo interlocução para alinhar estratégias de cuidado e mediar conflitos.
Sim. Tenho ampla experiência em quadros complexos, sempre com responsabilidade clínica.
Para crianças o ambiente ideal seria a análise presencial. Para adolescentes o formato online pode ser indicado.
Não existe tempo determinado. Cada pessoa tem seu processo. Algumas mudanças são sentidas logo nas primeiras sessões, outras levam mais tempo.
Me chama no WhatsApp — vou te responder pessoalmente.